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    MÚSICA BELOJARDINENSE

    Belo Jardim é considerada como a Terra de Músicos, pois é grande o número de pessoas que entram para esse maravilhoso mundo. Belo Jardim é a cidade de maior representatividade musical no Estado. Aqui a música é uma herança que passa de pai para filho e não é raro encontrar famílias inteiras dedicadas à arte de tocar um instrumento. Essa tradição vem desde o início do século XIX, quando se formaram as primeiras bandas da então Vila de Nossa Senhora da Conceição de Belo Jardim. O número de músicos nascidos em Belo Jardim é tão significativo que em praticamente todas as bandas ou orquestras pernambucanas (além de várias orquestras nacionais) existe ou já existiu um representante da cidade. Alguns exemplos: A Banda do IV Exército tem quatro músicos belojardinenses.

    Músicos da cidade também atuam na Super Oara e na Orquestra Pinga Fogo. O primeiro arranjador de Roberto Carlos era belojardinense, assim como o maestro Mozart Siqueira, criador da Orquestra Meninos de São Caetano. E pela Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro passaram vários músicos de Belo Jardim. O cantor Otto também é da “terrinha”.

    Muitos músicos nascidos em nossa terra, desde de pequenos já tem o desejo de tocar algum instrumento. No momento estamos com vários músicos precoces, a exemplo do garoto Carlos Eduardo de apenas 10 anos, que já fez várias apresentações no Programa Raul Gil, a Orfeão de Cordas Nivaldo Jatobá, que apresentou-se nos programas Mais Você (Rede Globo), Programa da Eliana (Rede Record), Claudete Troiano e tem sido destaques em muitos jornais, a exemplo o Globo (Rio de Janeiro).

    FATOS DA MÚSICA BELOJARDINENSE

    Em Belo Jardim, no dia 20 de janeiro de 1953, festa de São Sebastião, co-padroeiro da cidade. De um lado da igreja, a banda da Sociedade de Cultura Musical. De outro, a Filarmônica São Sebastião. As 20h, em meio aos festejos, as duas começaram a tocar, numa disputa de mùsica clássica.

    "Era uma rivalidade incrível", diz Wilson de Souza Leite, que, além de coordenar o projeto Balança Coreto, é uma "cria" da tradição musical da cidade.

    Naquele ano, a rivalidade que havia entre as duas bandas chegou ao ponto máximo. Após os primeiros acordes, os músicos se empolgaram na tentativa de superar os adversários. As horas foram passando, chegou a madrugada, o dia amanheceu, os galos cantaram, e ninguém tinha coragem de parar. 16 horas após o desafio ter iniciado, foi preciso que o juiz da cidade interviesse, porque ninguém desistia.

    Meio dia seguinte, as bandas aceitaram ir terminando os trabalhos. "Só acabou porque os músicos aceitaram descer de um por um, cada qual observando o movimento do outro, porque ninguém queria perder", diz Wilson. Hoje a rivalidade é mínima, mas ele confessa que a simples idéia de haver uma junção das duas, seria inaceitável.

    UM NOVO PROJETO
    MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO DE 1974

    A Filarmônica tem 87 anos de fundação e merece toda atenção. Afinal de contas, a recuperação dessa sociedade musical representa uma das prioridades da cultura do povo interiorano. João Vieira de Souza, 53 anos, natural de Agrestina, mas belo-jardinense de coração, casado com dona Zeza e pai de duas filhas, Maria Helena e Rosário, após se reformar como 1º Sargento da Aeronaútica do Recife, não se conformou com a situação por que passa a Filarmônica, e se prontificou a lutar pela recuperação da tradicional banda de música belo-jardinense.

    Vavá, como é conhecido por todos, não se conforma de jeito algum com a atual situação da Filarmônica, e desde julho de 89 continua a ministrar aulas teóricas e práticas no sentido de recuperar a tão querida banda de música belo-jardinense. "É um trabalho penoso, tanto na parte técnica como na parte especializada, coisa que nunca foi ministrada para o músico de Belo Jardim", comenta inicialmente. E continua empolgado pelo trabalho que está sendo feito: "A aprendizagem está surgindo, apesar da falta de instrumentos musicais. Temos entre 30 e 40 alunos comparecendo às aulas e isso é muito gratificante. Belo Jardim é um celeiro de músicos e vamos aproveitar a potencialidade deles ensinando teoria e solfejo e a parte técnica, repito, que nunca foi dada na nossa cidade".

    Vavá lembra que a Filarmônica já executou um tango nas suas retretas, coisa inédita em termos de bandas de música em Belo Jardim. Sem qualquer compensação financeira ao contrário, gastando de seu próprio bolso, Vavá viaja toda semana a Belo Jardim, onde passa dois dias ininterruptos dando aula de música na Filarmônica. "Faço isso para tirar a Filarmônica do bagaço!", diz com orgulho.

    A RESSUREIÇÃO
    MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO DE 1989


    Na realidade, como muito bem destacou o maestro Vavá, "A Filarmônica está um bagaço". Foi feito um movimento desde o ano passado no sentido de recuperar esse patrimônio artístico-cultural da Terra do Bitury. Apesar dos esforços de Nelson Ramalho, o presidente da gestão passada, a banda ia aos trancos e barrancos. Sozinho, sem muita ajuda, Ramalho nada pôde fazer e tudo quase ia por água abaixo. Depois, com a eleição do comerciante Chico Maciel e a substancial ajuda do professor Zezinho Vieira, tendo ao lado o maestro Vavá, tudo mudo da água para o vinho. Chico Maciel, o novo presidente, tem tido ao lado do professor Vieira, um trabalho fora de série. Os dois, muitas vezes, deixando de lado suas obrigações particulares, se empenharam em campanhas no sentido de conseguir dinheiro e material para a recuperação dos instrumentos e compra de novos materiais para não deixar a banda morrer. Nas cidades vizinhas, como São Bento do Una, o povo se sensibilizou e deu a sua cooperação. Em Belo Jardim, o prefeito Cintra Galvão, os deputados José Mendonça, Mendonça Filho e Eduardo Araújo, também cooperaram com a campanha. O comércio e a indústria local se fizeram presentes, mas ainda falta muita coisa para a recuperação da Sociedade. O prédio onde funciona a Filarmônica, na Praça Padre Cícero, está quase caindo.

    Medidas urgentes terão que ser tomadas para a completa recuperação do patrimônio histórico belo-jardinense. Se depender do entusiasmo de gente como Chico Maciel, a Filarmônica jamais irá sucumbir. Ex-músico da Filarmônicae filho de um dos mais ferrenhos colaboradores da Sociedade, o velho Chico Maciel, o atual presidente ainda guarda dentro de si a velha rivalidade quando é chamado à comentar sobre o assunto:

    "A Filarmônica está viva e vai continuar forte e firme na disputa com a sua grande rival, a Cultura. Estamos loucos para reviver os grandes duelos em praça pública. É só eles toparem!", disse Chico, em tom de desafio.

    Uma coisa é certa: a Cultura continua arrumada com a substancial ajuda que recebeu do Grupo Moura, mas deve torcer para que a Filarmônica não desapareça, pois sozinha, sem motivação, sem concorrentes, ela também poderá desaparecer. Com a Palavra, os poderes competentes.

    A RESSUREIÇÃO DA FILARMÔNICA
    MATÉRIA DO JORNAL FOLHA DE PERNAMBUCO - SABADO 03/02/1990


    A década de 50 foi, inegavelmente, a década dos anos dourados do futebol, da música, dos filmes românticos. No bucolismo da cidade pernambucana de Belo Jardim, houve uma fase do autêntico esplendor no futebol, na música, nos filmes românticos exibidos no antigo Cine Theatro Guarany. Ainda garoto na faixa dos 10 anos de idade, pude vislumbrar os momentos românticos que circundaram a pequena Terra do Bitury.

    Distante a 185 km da capital, Belo Jardim teimosamente resistia às intepéries próprias de uma cidade pequena, mas começava a apresentar conotações de um futuro promissor. No cinema do velho Humberto, depois o Sargento Rangel, no futebol do campo da Gameleira, hoje Estádio José de Souza Cavalcanti, com o deslumbrante futebol do Santa Cruz de Geraldo Fincão, Zezinho Mano, João Lima, Rinaldo, Pídio, Massinha, diante do União Peixe de Pesqueira e na tradicional rivalidade das duas bandas de música, Cultura e Filarmônica, que se digladiavam nos coretos da Praça da Conceição, figuram, por assim dizer, um roteiro sentimental na fase de ouro da minha pré-adolescência.

    O assunto em questão gira em torno das nossas bandas de música. A Cultura, ou melhor, a Sociedade Cultura Musical e a Filarmônica São Sebastião, principalmente a Filarmônica, hoje Sociedade Cultural Filarmônica São Sebastião. Duas bandas de música do interior, formadoras de grandes músicos que engrandecem a Terra do Bitury por esse Brasil de tantos contrastes e confrontos.

    No concurso de bandas de músicas promovido pelas emissoras associadas, a Cultura e a Filarmônica disputaram palmo a palmo a hegemonia de melhor banda musical do interior, juntamente com as expressivas saboeira de Goiana, Nova Euterpe de Caruaru e Ferroviária de Jaboatão, no emocionante "Salve a Retrata"


    Bartolomeu Marinho

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